Laia Sanz

Motorsport faz parte do meu ADN.

Qual é a sua paixão?
Motas, carros e corridas de uma forma geral... Sempre adorei as corridas. Não se trata apenas de ganhar, mas sim de descobrir o meu potencial, obrigar-me a ir mais além para conquistar as coisas que outras pessoas acham impossível.

Sempre tive uma forte ligação aos carros. Ainda me lembro de como me senti quando o meu pai me sentou no capot do seu carro quando eu tinha dois ou três anos. Acho que não se consegue meter em palavras a verdadeira paixão. Não se consegue definir um sentimento. Temos de nos deixar ir com ele.

A sua paixão pelas corridas mudou a a sua forma de ser?
Faz parte de quem eu sou: tenho uma personalidade competitiva, faz parte do meu ADN. Às vezes, não conseguimos separar quem somos daquilo que fazemos. E, independentemente do que fizermos – designers, músicos, artistas ou outra coisa qualquer – temos um compromisso para com a nossa paixão.    

O que é que a CUPRA significa para si?
É o espírito de competição da SEAT. A paixão pelas corridas, uma visão partilhada pelos carros e pelas pistas e a descoberta de como estas duas coisas se juntam e se completam. É também a enorme vontade que descobrir o que se segue, as ideias que "estão na calha", o desejo sempre presente de evoluir e de melhorar: de voltar à garagem e (re)inventar o futuro.

O futuro da tecnologia automóvel será cada vez mais centrado no ser humano e não na máquina.

Para onde é que acha que caminha a evolução da competição?
A mecânica pode mudar muito. Mas as próprias corridas não mudam assim tanto. Hoje em dia, o espírito é igual ao de sempre. Carros elétricos.Talvez ainda seja difícil aos pilotos de hoje imaginarem um futuro sem gasolina, mas uma vez que as capacidades da mobilidade elétrica estejam ao mesmo nível, as novas possibilidades aparecerão, sem dúvida nenhuma. Será necessária uma mudança de mentalidades. Todo o conceito de competição poderá mudar.

De uma forma geral, acho que o futuro da tecnologia automóvel será cada vez mais centrado no ser humano e não na máquina.

Fantástico. É um verdadeiro carro de competição. Travagens fortes, fantástica capacidade de curvar... O carro perfeito para a minha transição para o campeonato de competição. Conduzi-lo ensinou-me muito.

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